Ecos do coração...

[ Quinta-feira, Novembro 03, 2011 ]

 
teste
resomar [11/3/2011 01:11:16 PM]

[ Domingo, Janeiro 17, 2010 ]

 
teste
resomar [1/17/2010 11:33:24 AM]

[ Terça-feira, Dezembro 23, 2008 ]

 
teste
resomar [12/23/2008 07:36:28 PM]

[ Domingo, Outubro 14, 2007 ]

 







Deixa-me (re)compor o atalho interrompido...
A escuridão soterrou a beleza do percurso...
Adormeci sem contemplar o silêncio do sonho permanente...
Evidências nem sempre revelam o suor da alma...
Tragédias suspensas,
violências disfarçadas,
amor sem a esperança de demolir fracassos...

Deixa-me tocar tua face para escutar o teu soluço marcado,
desdentado na travessia de tiros perdidos...

Deixa-me lavar o chão com o sangue de luta,
asfalto exposto e triturado, mas não vencido...
O cansaço contamina o corpo,
desgasta a memória no varal anônimo da dor...

21.09.2007 - 7:45h (resomar)


resomar [10/14/2007 07:23:47 PM]

[ Segunda-feira, Outubro 08, 2007 ]

 








No rumor silencioso da dor,
a trágica solidão entre assombros e grades envernizadas de sarcasmos...
Reuni forças,
consumi o limite que se derramava em alinhavados percursos...
Adormeci exausta na dispersão de pensamentos carbonizados...

No olhar a poeira transparente da lama...
Mãos abertas no avesso do desejo,
corpo ferido na fragilidade dos soluços...
Silencio para sobreviver e despertar em teus braços...
Alternativas embaçam o tempo,
e o amor estranho se despede...


21.09.2007 - 7:25h (resomar)


resomar [10/8/2007 08:11:42 PM]

[ Terça-feira, Agosto 07, 2007 ]

 





Um espinho atravessa o percurso...
Trava a paisagem e a sonolência inquieta a razão...
Soluço em um momento distante...
Na aparência descolorida a emoção sobrevoa a lágrima esquecida...

Como estender as mãos se na obscura solidão
as veias se negam a pulsar?
Como dedilhar tua canção se a flor pisoteada agoniza no asfalto inacabado?

Na estação anônima a dor pulsa...
Reclamo a violência,
sangra a pele...
Atônita silencio para não acelerar a turbulência...
Viver requer travessias,
circunstâncias e (des)encantos...


26.07.2007 - 9:40h (resomar)


resomar [8/7/2007 09:18:28 PM]

[ Sábado, Agosto 04, 2007 ]

 






Permaneci em tua história interrompida,
golpes violentos de (in)diferença,
gestos embaçados à margem da razão...
Transcorri na vaga madrugada
tentando desvendar a opacidade de um silêncio amedrontado...
Vivi a intensidade de tuas mãos trêmulas e suadas...
Evitei o ruído de lágrimas...
Bebi tuas crenças intercaladas,
desencontradas em sutil entrega...
Adormeci em lençóis de nostalgia...

Amargo olhar cristaliza a passagem inexplicada do amor,
melancolia impregnada nas palavras cansadas,
complexidade de circunstâncias (in)esperadas...

Inventaria sonhos,
abortaria a dor,
calaria o prazer na sombria ambigüidade de ser...

19.07.2007 - 14:35h (resomar)


resomar [8/4/2007 01:06:35 PM]

[ Segunda-feira, Julho 30, 2007 ]

 






Há uma distância cansada de não-ser,
Uma janela mutilada compondo a natureza,
Dedilhado intercalando lágrimas,
Molduras empoeiradas para amenizar acordes doridos...

Há uma distância de tempos aquecidos,
momentos perdidos,
lembranças de um horizonte nublado no encanto de ser...

Há uma distância de assombros,
lamentos e agonias...
Na caminhada eternizei a esperança,
na luta aliviei o olhar sonolento...
Toquei a alma esfacelada em um grito de libertação...
Bebi o cansaço e o mormaço...
Ateei fogo aos tormentos fugazes...
Adormeci na distância infinita da vazia emoção...
Contemplei tua sombra no êxtase do sentimento silenciado...


02.07.2007 - 13:08h (resomar)


resomar [7/30/2007 09:14:03 PM]

[ Sábado, Junho 23, 2007 ]

 







Em teu olhar dedilhei precipitados sonhos,
lágrimas sedentas transbordando soluços...
Pincelei o tempo no espanto sombrio da partida...
Cancelei travessias,
insisti na ironia, alento descontínuo da saudade...

Em tua alma murmuro riscos,
passos interrompidos,
compromissos rompidos...
Cruzo o sentimento na explicação sonolenta,
tardia emoção esfacelada,
agonia interrompendo o encanto do prazer...

Em teu corpo a entrega e o delírio de ser,
coração desperto no calor insustentável da inesperada explosão...

Simplesmente o desejo dançando no silêncio,
infinitas estações,
telas transparentes, empoeiradas,
retraído gorjeio...
Na paisagem envelhecida,
solidão pulsando no beijo ausente...


12.06.2007 - 18:08h (resomar)



resomar [6/23/2007 05:22:03 PM]

[ Quarta-feira, Junho 20, 2007 ]

 






Cansei de exalar saudade,
penumbra deformada,
abstratos sentimentos,
coração diluído em lágrimas vencidas...

Cansei de silenciar formas,
espaços ausentes,
esquinas apedrejadas,
palavras escravas,
poder viciado na opressão...

Cansei de rascunhar sonhos,
madrugadas febris,
campos incendiados,
vilões descarados...

Obscura dor vaga no (in)finito...
Vingo a (im)precisão no olhar ousado...
Prossigo a vida costurando na solidão fios desbotados...
Luta permanente,
alma suspensa ...
No peito, ostento a vitória do amor que sangra,
contínua sede,
aroma envenenado no êxtase pálido do abandono...


12.06.2007 - 8:47h (resomar)



resomar [6/20/2007 09:41:41 PM]

[ Terça-feira, Junho 19, 2007 ]

 






Não sei dedilhar fracassos, rumos (in)definidos,
olhar disfarçado...
Protestos contraditórios em versos empoeirados,
razões ocultas no sentimento rasgado...

Não sei tocar superfícies rasuradas,
lábios cerrados,
mãos enviesadas...
Circunstâncias explodem...
Veias sangram na poeira alucinada...

Não sei vagar cedendo espaço,
abortando percursos...
Condenações aliviam o poder viciado,
arquivos queimados,
farrapos humanos,
esteiras rasgadas no esquecimento desarticulado,
sinistros pensamentos entrelaçando a dor viva de não-ser...


11.06.2007 - 10:25h (resomar)



resomar [6/19/2007 02:07:40 PM]

[ Terça-feira, Maio 22, 2007 ]

 






Somos este momento aprisionado,
eco de lágrimas estampadas no olhar a devorar distâncias...
No entardecer a esperança se larga em desventura nublada,
sentimento carregando nostalgia,
espanto adormecido em ombros arquejantes...

Somos este (des)encanto de quem respirou o silêncio dolorido,
janela a refletir desejos,
cadência de soluços sangrando em nossas mãos dispersas...


28.04.2007 - 14:22h (resomar)


resomar [5/22/2007 04:06:30 PM]

 





Sussurra na dor um caminho sombrio,
entardecer à beira de irreconhecíveis paisagens...
Recordo no tempo o amor na alvorada de passos,
curvas dedilhadas em melodias à luz de teu olhar...

Lágrimas escorrem e o peso do cansaço silencia a alma...
Estendo as mãos e não mais te encontro...
Há uma divisa a pulsar que nos separa...
Meus braços tombam sonolentos na chave da porta onde nos amamos...
No peito o soluço perplexo!
No chão o toque da solidão!


06.03.2007 - 14:10h (resomar)



resomar [5/22/2007 03:41:12 PM]

 







Impressiona-me o sabor de teus dilemas esquecidos,
inexplorados em um baú sem palavras...
Calada paisagem,
sonho em ritmo dolorido,
imagem apagada na despedida ferida...

Escuto em teu silêncio o amor incendiando momentos...
Na dor o desespero se derrama na alma...
No pranto murmuro o espanto de ser,
nostalgia do cotidiano se afogando no deserto...
Exausto contemplo teus gestos ausentes,
febre que me devora...


05.03.2007 - 22:12h (resomar)



resomar [5/22/2007 03:37:37 PM]

[ Sábado, Maio 19, 2007 ]

 







Na aparência do aqui e do agora um lamento avança...
Convicções se fragilizam
e o sentimento desestruturado apreende a dor,
tédio a interrogar razões...

Na finitude da vida um gorjeio de melancolia,
medo a impedir lutas,
nostalgia amedrontando o pensamento...

Na divergência de cores insuportáveis inquietações,
receios do irreversível...
Absurdos avaliam limites na busca da possível autonomia do ser...


02.03.2007 - 22:30h (resomar)



resomar [5/19/2007 01:32:49 PM]

 







Que momento oferecer às tuas amarguras
se a estrela alucinada se derrama no pranto a interrogar (in)certezas?

Que sombra rascunhar em tuas razões desencontradas
se o coração descompassado derramou o cansaço emudecido?
Lembranças rasuradas em um poema inacabado...

Tuas mãos pousadas na porta entreaberta,
alma soluçando perdas,
corpo denunciando abandono...

No espanto de prosseguir,
teu olhar se ausenta e não consigo acertar o passo...


02.03.2007 - 22:00h (resomar)



resomar [5/19/2007 11:14:06 AM]

[ Domingo, Maio 06, 2007 ]

 







Murmúrio finito,
armadilhas camufladas,
vertigem de ser...
Razões provisórias em fugas,
desequilibrados sentimentos em inquietantes evidências...
Frustrações e expectativas,
agonia presente em ausências sufocantes...
Momento divergente,
opostos em travessias ameaçadas...
Questionamentos irreversíveis...
Abandono registrado no gorjeio ferido,
asas partidas,
chão atormentado em nublados passos...
Arrogância na nostalgia dolorida, imperceptível da alma...


27.02.2007 - 11:55h (resomar)


resomar [5/6/2007 09:24:26 PM]

 






Já não basta o sorriso na areia preferida,
olhar ávido em busca de flores,
palavras transformadas em gestos amorosos,
marcas além do provisório momento...

Já não mergulho na vida que (re)nascia em nossas mãos,
dor na emoção a latejar na alma,
vazio arrancando lágrimas,
pedaços desencontrados a explodir nostalgia em passos atordoados...
Inesperados sentimentos afloram...
Inexplicáveis razões...
Impossível apagar as fronteiras atravessadas,
Murmúrios e delírios na sede de prazer que nos consumia...


26.02.2007 - 17:35h (resomar)



resomar [5/6/2007 09:19:48 PM]

[ Quinta-feira, Maio 03, 2007 ]

 







Onde estás?
Escuto teus soluços no intervalo de melodias,
incomensuráveis momentos de ternura...
Sinto tua alma pulsar no convívio permanente da solidão,
abrigo onde o coração se desnuda,
abandono e cansaço...

Quisera trazer-te em chamas de plenitude,
mãos ávidas de toques e desejos...

Em um longo percurso a vida em devaneio...
Escorre na silhueta do mormaço (des)encantos...
Adormeço e dentro de mim pulsas sem o temor da entrega...


24.02.2007 - 11:20h (resomar)



resomar [5/3/2007 05:03:22 PM]

[ Sexta-feira, Abril 27, 2007 ]

 






A investigação prosseguia...
Momentos confusos,
enigmáticas hipóteses,
balbucios intermináveis...

No retrovisor imagens congeladas,
indícios de lutas inacabadas,
paredes emudecidas,
lábios descoloridos...
Dúvidas assaltavam a mente fragilizada...
O caminho refletia transparentes sonhos...
Velocidade extraía das palavras a matéria abandonada...
Um resto de dignidade vagava no olhar...
Insustentável força e o amor deslizava na experiência insaciável da paixão...


23.02.2007 - 19:35h (resomar)


resomar [4/27/2007 10:54:21 PM]

 






Na sensação de escuridão,
sem razão para viver,
a identidade desbota na respiração sufocada...
O coração escala indefinidos percursos...

Quanta dor estampada no silêncio!
Quanta nostalgia na extensão trágica de passos,
gorjeio prolongando melancolia,
canção rasgada,
tempo nublado...

23.02.2007 - 22:05h (resomar)


resomar [4/27/2007 10:37:32 PM]

 






Porque a realidade era apenas uma estrela apagada,
janela entreaberta,
madrugada anônima sem a consciência da nudez do corpo,
entrega na solidão disfarçada,
escuridão úmida de lágrimas intermináveis...

Porque o amor era apenas inquieto sentimento a transbordar desejos...
Imaginação aflorada no beijo ardente,
hálito doce,
essência da ternura,
marca entrelaçando a poesia,
súbita explosão de paixão...

Porque a insistência em ser transcende a radicalidade do cotidiano,
inércia no pranto,
inquietos passos a desbravar trilhas na ousadia decidida...
Apelo exausto até que o entardecer devolva à alma
vazio liberto de sombras famintas...


23.02.2007 - 17:55h (resomar)


resomar [4/27/2007 10:22:26 PM]

 







Teus passos silenciaram
e a saudade multiplicada marchava na alma fragilizada...
Atenta ao entardecer,
crepúsculo inundado de amargo sentimento...
À beira de palavras,
o receio da interpretação vazia,
momento de abandono acalentando em madrugada fria,
vigília impaciente,
impulsos ameaçados,
dor manifesta no grito que explode no corpo ferido...
Ventania aflita evidencia cinzento amanhecer!...


23.02.2007 - 16:45h (resomar)


resomar [4/27/2007 10:18:15 PM]

[ Sexta-feira, Abril 13, 2007 ]

 








Fora persiste um tumulto,
pássaro de asas partidas,
murmúrio melancólico...
Desatento rascunho a vida,
pensamento fragilizado,
memória dolorida...
O amor escapa na lágrima silenciosa...

Reconheço-te nas palavras inflamadas,
mãos cansadas,
olhar que me desnuda em teus braços na solidão...


22.02.2007 - 19:20h (resomar)


resomar [4/13/2007 08:43:02 PM]

 






É um sonho entre palhas,
madrugada de poesia...
É quase um desejo escrito na alma
com o silêncio de teu olhar...
É uma espera longa...
Tuas perguntas se apagam repletas de receios...
Ausência de sentimento,
laços desatados...
Tumulto de corpos disfarçados,
agonia em tudo quanto amei...
Flor presente na moldura eternizada de um tempo vivido...


21.02.2007 - 21:00h (resomar)


resomar [4/13/2007 08:34:11 PM]

 







Se tentasse entender tuas agonias dedilharia contrariedades e euforias,
amarguras e cansaço...
Alma sedenta de primavera...

Interpretaria teus soluços e lágrimas...
Acolheria farrapos e derrotas...
No olhar implacável, a saudade...
Na mente a solução apagada...
No corpo a escuridão da dor inflamada...
No esquecimento o tempo dilacerado,
coração fragmentado...

20.02.2007 - 16:40h (resomar)



resomar [4/13/2007 08:26:24 PM]

[ Segunda-feira, Abril 09, 2007 ]

 






Imaginava teus receios no emudecimento da alma...
Palavras apressadas vagavam em prolongadas incertezas...
Amarguras e incoerências...
Fantasias abrandavam a dor da solidão...
Retornavas à superfície do tempo e o cansaço cercava resistências...

Anoitece e mergulho em gemidos...
Na neblina sonolenta varro resquícios de emoções
impregnadas no coração...
Colho tuas suadas e invisíveis lágrimas,
saudade que se fez marca no abandono sutil...

19.02.2007 - 17:47h (resomar)


resomar [4/9/2007 03:53:38 PM]

[ Sábado, Abril 07, 2007 ]

 






Ignoras a imagem intumescida,
palavras ásperas,
olhares dispersos...
Despertas na sutileza da amargura,
ser feroz em clandestinos pensamentos...
Emoções eriçadas,
perguntas adiadas à revelia da nostalgia...

Gorjeios desafinados cegam o corpo nu,
obscura ausência...
Anônimos soluços transitam em calçadas expostas...
Fome em vitrines desesperadas,
paixão disfarçada no silêncio amargo...
Entrega inquieta...
Desespero a transbordar no olhar condenado,
vazio atravessando o tempo,
ardor onde o desejo inutilmente lamenta a contingência abafada...

Penumbra da lágrima cerca a chama
no caminho-regresso...


19.02.2007 - 15:15h (resomar)


resomar [4/7/2007 07:42:03 PM]

[ Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007 ]

 






Beberei tempestades à beira do caminho...
Carregarei nos sonhos perguntas enterradas,
ignoradas em fugas enlouquecidas...
Na solidão a pulsação da vida em percurso esfarrapado...

Beberei teus lábios sem o colorido da paixão,
chão molhado de lágrimas emudecidas...

24.01.2007 - 11:14h (resomar)


resomar [2/5/2007 11:02:41 PM]

[ Domingo, Janeiro 28, 2007 ]

 






Criei um sol em minha solidão para traduzir inexprimível sentimento...
Em cores de dor misturadas, contemplo o anoitecer...
Paisagem-arte, múltiplas lágrimas...

Na calçada uma exposição de muros descalços,
vozes algemadas,
invasão da consciência violentada...

Sei que há um canto de libertação compondo sinfonia,
esperança esquecida...
Embalo todos os riscos e perdas entre cinzas,
envelhecidos papéis reciclados na mata adormecida...
Estrada, trajeto de um caminho...
Aparências, ilusões rascunhadas no olhar ferido...
Em cartazes destruídos sossego a alma...

E o meu canto convulso ressoa no infinito desbotado...


10.01.2007 - 8:42h (resomar)


resomar [1/28/2007 06:09:43 PM]

 






Reforças a porta e a solidão sopra no coração congelado...
Lanças palavras sombrias,
gestos eufóricos...
O tempo corre veloz...
Inesperada dor...

Recusas sonhos...
Desvias o olhar sonolento de meus lábios feridos...
O campo desprezado das emoções soluça o gorjeio ausente...
Sobrevôo o que restou para apagar amarga sombra,
travessia presente...

06.01.2007 - 8:20h (resomar)


resomar [1/28/2007 06:03:46 PM]

 






Não importa o abandono desfazer vínculos,
selar indiferenças...
Navego em trilhas que me confundem...
Atravesso emoções que me encantam...
Silencio razões no sussurro da madrugada...
Em devaneio beijo a sedução instalada no peito...

Não importa a imensidão em minhas mãos vazias,
coração ferido,
soluço convocando escuta...
Novamente utilizo a palavra disfarçada,
mistério opaco na magia do prazer...

Não importa se tudo é fugaz!
Procuro um momento que me ancore no mormaço de teus braços...

29.12.2006 - 19:25h (resomar)


resomar [1/28/2007 05:59:59 PM]

 






Sua nostalgia espantava a paisagem humanizada...
Sua consistência retalhada fragilizava gestos imersos...
Ousadia arriscada...
Debatia-se na náusea de sua contingência e abandono...

28.12.2006 - 9:00h (resomar)


resomar [1/28/2007 05:56:09 PM]

 






No absurdo da distância
tuas mãos se contentavam com sombrios intervalos da alma...
Permanecias amordaçado entre nós...
O medo impedia passos...
O amor pedia entrega...
Tua voz encenava esperança tardia...
Quão profundo o desejo!
Quão dolorosa a solidão...

Sorria entre cercas farpadas e prosseguia...


19.12.2006 - 10:28h (resomar)


resomar [1/28/2007 05:52:32 PM]

 








Em tua face pálida desenho a cicatriz esquecida
de uma página arrancada...
Turbulências sobrevoam cinzas de um colorido abandonado...
Dança no pensamento a vacuidade do cansaço,
ardor estremecido impregnado nos pincéis desgastados...
Memória carregada na luta cotidiana,
passos apressados no atropelo de um tempo fugaz...

26.12.2006 - 23:10h (resomar)


resomar [1/28/2007 05:46:53 PM]

 






Preocupa-me a radicalidade em tuas palavras,
gestos contidos,
silêncio trêmulo à espera de anônimos sentimentos...

Vejo-te sombrio a seguir o coração ferido...
Ausência amarga em teus soluços enrugados...
Surda canção dedilhada, acordes amortecidos...
Sem estrelas rascunhas na alma orvalho descolorido...
Sem tempo interrompes sonhos...
Sem amor o absoluto sangra na dor (des)coberta
a escorrer em teu olhar...

09.12.2006 - 9:32h (resomar)


resomar [1/28/2007 05:37:14 PM]

[ Sábado, Janeiro 27, 2007 ]

 







Senti nascer uma mistura pausada,
um beijo molhado,
silêncio cortado...
Na palavra ausente a sensação de distância...
Excitante passo em busca de vida...

Senti desfalecer um último suspiro
entrelaçado em agonias...
Abrigo na alma trevas,
um fragor trêmulo de saudade,
chama ignorando o prazer e a demora de ser...

07.12.2006 - 10:45h (resomar)


resomar [1/27/2007 09:51:37 PM]

 






Gosto de ter em minhas mãos o dedilhado da saudade...
Rascunhas na madrugada
palavras escutadas em lágrimas...

Gosto de ser o momento esquecido presente na alma...
Nublado incerto...
Entardecer em passos amedrontados...
Anoitecer em sonho inundado de prazer...

12.11.2006 - 11:30 (resomar)


resomar [1/27/2007 08:59:15 PM]

 






(Re)nasce em mim um instante indecifrável,
uma ternura assustada,
obscuro desejo a passos lentos aquecendo a alma...

Inquietos ruídos percorrem a inspiração do pensamento dolorido,
movimento arranhando a sombra
de teu olhar incompreensível fitando ardente saudade...

18.09.2006- 12:10h (resomar)


resomar [1/27/2007 08:49:38 PM]

 







Lágrimas e palavras amedrontadas...
Esperas erguer a alma em um tempo inexistente...
Mastigas aparentes fracassos no silêncio glorioso confuso pela paixão,
obscura dor....

Estranhas perguntas aceleram tua precipitação...
A verdade tritura os atropelos de uma paisagem vazia e amordaçada...
Agarra-te em pensamentos suados de prazer,
espera tardia,
amor-solidão...

30.08.2006 - 9:53h (resomar)


resomar [1/27/2007 08:37:19 PM]

[ Quarta-feira, Janeiro 24, 2007 ]

 







Gritas na alma uma ausência anônima...
No sorriso soluças dolorido instante de abandono,
aridez de passos em cadeias sonolentas
permitidas no cansaço permanente...
Ardente paixão!

16.11.2006 - 10:35h (resomar)


resomar [1/24/2007 06:03:40 PM]

 






Tentas sonorizar o passo na impossibilidade extrema do pensamento,
árduo momento inebriado de (in)certezas...
Carregas nos lábios a lágrima impedida de escorrer na alma...
Pensamento turvo...
Saudade esgotada no abandono...

16.11.2006 - 10:25h (resomar)


resomar [1/24/2007 05:53:35 PM]

 






Respinga em teu silêncio uma intuição entrelaçada,
riscos e ternura...
Caminho em tua direção para contemplar a diversidade do tempo,
ondas atordoadas em busca da consciência...
Reténs o passo e a paisagem trêmula soletra a saudade,
amargo instante de separação...
Sentimento carregado na sintonia de ser...

07.11.2006 - 15:50h (resomar)


resomar [1/24/2007 05:49:13 PM]

 







Não havia motivo para a saudade espalhar distância,
sentimento esquecido,
tardio pensamento a suplicar um olhar amoroso...

Não havia razões de proteções inconseqüentes,
douradas sombras desesperadas,
agonias silenciadas...

Não havia tempo na natureza opaca...
Apressado caminho a indagar no vazio a emoção veemente da luta persistente...

10.10.2006 - 18:15h (resomar)


resomar [1/24/2007 05:44:23 PM]

 






O pensamento aparentava a nitidez de gestos rígidos...
Apontei em direção à razão...
Amanhecia a madrugada esfomeada de toques e sonhos...
Reinava a (in)certeza,
crescia a poeira do olhar...
Migalhas pisoteadas enegreciam a alma assoando nostalgia
no espanto de prosseguir!

16.09.2006 - 10:15h (resomar)


resomar [1/24/2007 05:39:18 PM]

 






Hei de entender tuas opções
desbravando incógnitas invisíveis, ausentes...
Espera condenada e violenta...

Hei de colorir a sombra do desamor,
denúncias aleatórias,
ameaças contraditórias...

14.09.2006 - 13h (resomar)


resomar [1/24/2007 05:25:07 PM]

 






Passos indeterminados regressam
e questionam a revelação exposta, inusitada...
A palavra amarra o luar e o sentimento se comprime...
Gestos se arrastam e te procuro na sombra distante
entre cortinas empoeiradas...
Interrompo o sono para empurrar o tempo estranho e vazio...

07.09.2006 - 21:30h (resomar)


resomar [1/24/2007 05:18:34 PM]

[ Terça-feira, Setembro 26, 2006 ]

 






Lágrimas e palavras amedrontadas...
Esperas erguer a alma em um tempo inexistente...
Mastigas aparentes fracassos no silêncio glorioso,
confuso pela paixão,
obscura dor...

Estranhas perguntas aceleram tua precipitação ....
A verdade tritura os atropelos de uma paisagem vazia e amordaçada...
Agarra-te em pensamentos confusos,
espera ferida,
amor-solidão...

30.08.2006 - 9:53h (resomar)


resomar [9/26/2006 11:33:35 PM]

 






Silencias em tuas indagações
e a matéria importuna amortece a alma...
Desprezas a existência suada,
o ar contaminado,
o passo ousado...
O olhar nublado interrompe a melodia amorosa...
Flutuas em devaneios,
súbitos soluços,
pisadas lágrimas e não mais compreendes o lamento
que se derrama em tuas mãos ausentes...

28.08.2006 - 8:45h (resomar)


resomar [9/26/2006 11:08:26 PM]

[ Quinta-feira, Agosto 17, 2006 ]

 






Preciso ferir o abandono na flor distante,
silenciosa imersa no cimento rachado
brotando sentimento tardio...

Prometo (re)nascer no mistério da palavra
que explodirá em teu olhar esgo.a.tado,
pranto (in)contido...

Prefiro enxugar o soluço-despedida,
tempo de espera,
corpo caído na vala escuridão-partida...

Prossigo na aridez da saudade,
sonhos ignorados,
passos desviados,
danificadas essências...

Esquecimento se apossa da alma...
Infinita dor,
memória marcada,
sombras de um amor trançado na emoção crepuscular...
Espelho de uma madrugada vazia e sonâmbula...

02.08.2006 - 22:32h (resomar)


resomar [8/17/2006 08:11:51 PM]